Criança foi encontrada submersa por familiares e socorrida em estado grave; caso reacende alerta sobre segurança em residências com piscinas
Imagem ilustrativa.
Costa Rica (MS) - 10 de abril de 2026
Um bebê de 1 ano e 3 meses está internado em estado grave após sofrer um afogamento em uma piscina na zona rural de Costa Rica, município localizado a cerca de 300 quilômetros de Campo Grande. O acidente ocorreu na tarde desta quarta-feira (9) e mobilizou equipes de emergência da região.
De acordo com informações preliminares, a criança foi encontrada submersa na piscina da residência por familiares, que acionaram imediatamente o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência. O Samu prestou os primeiros socorros no local e realizou manobras de reanimação antes do transporte para a unidade de saúde municipal.
Diante da gravidade do quadro, a vítima foi estabilizada e encaminhada para um hospital de referência em Campo Grande, onde permanece na Unidade de Terapia Intensiva pediátrica. O boletim médico informa que a criança apresenta sinais de sofrimento respiratório e neurológico decorrentes do tempo de submersão, mas não há previsão de alta ou atualização sobre a evolução do caso.
Circunstâncias do acidente
O afogamento aconteceu em uma propriedade rural, onde a família residia. Segundo relatos colhidos pela Polícia Militar, a criança estava sob supervisão de adultos no momento do incidente, mas conseguiu se afastar brevemente e acessar a área da piscina sem barreiras de proteção.
Não há indícios de negligência ou irregularidade apontados pelas autoridades até o momento. O caso será registrado como acidente doméstico e arquivado após a oitiva das testemunhas e a conclusão dos procedimentos médicos.
Afogamento é causa frequente de acidentes fatais na infância
Dados do Ministério da Saúde indicam que o afogamento está entre as principais causas de morte acidental de crianças de 1 a 4 anos no Brasil. A maioria dos casos ocorre em piscinas residenciais, em situações em que a supervisão adulta é interrompida por poucos minutos.
Especialistas em pediatria reforçam que a vigilância constante é a medida mais eficaz para prevenir esse tipo de acidente. A proximidade da água, mesmo em pequenas quantidades, representa risco elevado para crianças nessa faixa etária, que ainda não possuem coordenação motora ou noção de perigo desenvolvidas.
Investigação e acompanhamento do caso
A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul acompanha o desdobramento do caso por meio da delegacia regional de Nova Andradina. Como se trata de acidente sem suspeita de crime, não há inquérito aberto, mas o registro da ocorrência permanece disponível para fins estatísticos e de prevenção.
A família, por sua vez, recebe apoio de assistentes sociais e equipes de saúde para enfrentar o momento delicado. Até a presente data, não foram divulgadas notas oficiais com detalhes adicionais sobre o estado clínico da criança.
Enquanto a torcida pela recuperação do bebê segue, o episódio serve como registro da importância de medidas preventivas em ambientes domésticos. A atenção redobrada e a adaptação de espaços com piscinas são recomendadas para proteger os mais vulneráveis.